sábado, 11 de fevereiro de 2012

Triste mas bem feminino e a voz é divinal




Acho que esta música traduz muito a forma como nós mulheres, apesar da força que temos (quem assegura a espécie e é o pilar da humanidade), encaramos a ruptura amorosa ou o sofrimento amoroso..... até na ruptura e no desprezo masculino conseguimos construir um enredo bonito, romântico e que nos coloque numa história de heroínas do amor sofrido. Em geral, o sexo masculino é mais realista e racional neste capítulo da vida… mas se calhar também aí reside o nosso charme. Não podemos é parar de viver, ficar à espera que a decisão seja dele, não podemos é aceitar que a nossa vida dependa unicamente desse capítulo, importante, mas não exclusivo da nossa vida.

Deixo-vos uma história que li na ELLE:

Há dias, encontrei uma amiga que se encontrava precisamente neste meio-termo. Ela foi mais precisa: tinham passado 46 horas e 13 minutos desde o momento em que se tinha despedido dele e ainda não tinha recebido qualquer sinal de vida. Não precisei de perguntar nada. As olheiras, o cabelo despenteado e uma notória confusão mental falavam por si. «Se este atrasado mental, que eu mal conheço, pensa que me consegue afectar… odeio-o, era capaz de o matar… Até tínhamos falado em ir passar o fim-de-semana ao campo». Nesse momento, o telemóvel dela começou a tocar com o tema Slave to Love. De um instante para o outro, a cara dela recuperou a cor. Com os olhos muito abertos, o rosto dela dizia: «É ele!» Ainda consegui ouvir um «Estou óptima e tu?», enquanto ela se afastava, esquecida de mim, e desapareceu ao virar da esquina.”  

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